Teams

GIAE

EQAVET

Links

Menu

esfm.centro@gmail.com

Qualifica

O Programa Qualifica é um programa vocacionado para a qualificação de adultos que tem por objetivo melhorar os níveis de educação e formação dos adultos, contribuindo para a melhoria dos níveis de qualificação da população e a melhoria da empregabilidade dos indivíduos. O Programa Qualifica assenta numa estratégia de qualificação que integra respostas educativas e formativas e instrumentos diversos que promovem a efetiva qualificação de adultos e que envolve uma rede alargada de operadores.

Este programa procura concretizar, essencialmente, os seguintes objetivos:

  • Aumentar os níveis de qualificação e melhorar a empregabilidade dos ativos, dotando-os de competências ajustadas às necessidades do mercado de trabalho;
  • Reduzir significativamente as taxas de analfabetismo, literal e funcional, combatendo igualmente o semianalfabetismo e iletrismo;
  • Valorizar o sistema, promovendo um maior investimento dos jovens adultos em percursos de educação e formação;
  • Corrigir o atraso estrutural do país em matéria de escolarização no sentido de uma maior convergência com a realidade europeia;
  • Adequar a oferta e a rede formativa às necessidades do mercado de trabalho e aos modelos de desenvolvimento nacionais e regionais.

 

https://www.qualifica.gov.pt/#/programaQualifica

Os Centros Qualifica são centros especializados em educação e formação de adultos, vocacionados para o atendimento, aconselhamento, orientação e encaminhamento para percursos de aprendizagem, com base nas reais necessidades de qualificação existentes nos diferentes territórios e setores económicos. (…) são instrumentos essenciais na estratégia de qualificação de adultos, tendo como premissa fundamental não só a valorização das aprendizagens que foram adquirindo ao longo da vida, mas também a possibilidade efetiva de aumentarem e desenvolverem competências através de formação qualificante.

 

Atribuições dos Centros Qualifica:

  1. A informação, a orientação e o encaminhamento de candidatos, designadamente para ofertas de ensino e formação profissionais, tendo por base as diferentes modalidades de qualificação e procurando adequar as ofertas existentes aos perfis, necessidades, motivações e expectativas dos candidatos e às dinâmicas do mercado de trabalho;
  2. O reconhecimento, validação e certificação das competências desenvolvidas pelos adultos ao longo da vida por vias formais, informais e não formais, de âmbito escolar, profissional ou de dupla certificação, com base nos referenciais do Catálogo Nacional de Qualificações;
  3. O desenvolvimento de ações de informação e de divulgação dirigidas a jovens e adultos, a empresas e outros empregadores, sobre as ofertas de educação e formação profissional disponíveis e sobre a relevância da aprendizagem ao longo da vida;
  4. A dinamização e participação em redes de parceria de base territorial que contribuam, no âmbito da educação e formação profissional, para uma intervenção mais integrada e consistente, na identificação de necessidades concretas de qualificação e na organização de respostas úteis para as populações, designadamente que facilitem a sinalização e identificação dos jovens que estão fora do sistema de educação e formação e promovam o seu encaminhamento para respostas de qualificação adequadas;
  5. A monitorização do percurso dos candidatos encaminhados para ofertas de qualificação.

 

Os Centros Qualifica apoiam a Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P. (ANQEP, I. P.), no que se refere às suas competências específicas de definição de critérios de estruturação da rede e de implementação de mecanismos de acompanhamento e de monitorização das ofertas de educação e formação.

Existe uma rede estruturada de Centros qualifica distribuída por todo o território nacional e que pode ser consultada através de

 

https://www.qualifica.gov.pt/#/pesquisaCentros

O Passaporte Qualifica é um instrumento tecnológico de registo das qualificações e competências adquiridas ou desenvolvidas ao longo da vida do adulto e de orientação para percursos de aprendizagem.

A partir da capitalização dos resultados de aprendizagem já alcançados e das competências adquiridas pelo adulto, o Passaporte Qualifica simula diversos percursos de qualificação possíveis para a obtenção de novas qualificações e/ou progressão escolar e profissional.

Sendo uma prioridade do Sistema Nacional de Qualificações o aumento do nível de qualificação dos adultos, o Passaporte Qualifica prioriza propostas de conclusão e/ou aumento da qualificação dos adultos, bem como para a qualificação de dupla certificação.

Os percursos de qualificação são sugeridos em função da maior capitalização possível de unidades de formação já certificadas e de créditos já obtidos pelo adulto em formações anteriores.

 

Como obter o Passaporte Qualifica:

Para ter um Passaporte Qualifica é necessário fazer login para o qual necessita ter um código de registo.

Neste momento, por motivos de segurança, o código de registo apenas poderá ser disponibilizado pelos Centros Qualifica e Entidades Formadoras (estas últimas, apenas nos casos de já ter frequentado formação no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações). Ao dirigir-se a um Centro Qualifica deverá solicitar o código de registo que dará acesso ao Passaporte e, caso necessário, esclarecer dúvidas de como aumentar e desenvolver competências através de formação qualificante.

 

https://www.passaportequalifica.gov.pt

  • Adultos, com idade igual ou superior a 18 anos, que pretendam dar continuidade ao seu percurso de qualificação ou que procurem melhorar a sua situação face ao mercado de emprego;
  • Jovens enquadrados pelo Garantia Jovem, entre os 15 e os 29 anos, que não se encontrem a frequentar modalidades de educação ou de formação e que não estejam inseridos no mercado de trabalho.

Centro Qualifica AEFM

O Centro está localizado no centro da cidade de Chaves, e encontra-se inserido na sede no Agrupamento de Escolas Fernão de Magalhães, tendo sido, anteriormente, designado por Liceu Municipal de Chaves (1903), Liceu Nacional de Chaves (1919), Liceu Nacional Fernão de Magalhães (1919), Liceu Nacional de Chaves, novamente (1947), e Escola Secundária Fernão de Magalhães (1978). Sendo criado oficialmente por Decreto em 03/09/1903 foi inaugurado nesse mesmo ano, funcionando, inicialmente, em edifícios alugados (desde 1903 a 1943).

Esta escola tem uma longa tradição em Educação de Adultos nas suas variadas vertentes ao longo das duas últimas décadas, desde os Cursos Gerais, Complementares, Via de Ensino, até ao Ensino Recorrente por unidades capitalizáveis e módulos. Neste sentido, o Centro conta com um corpo docente e com uma equipa técnica, com vasta experiência no trabalho com adultos, com natural vocação para uma apropriação adequada das metodologias próprias nos vários processos de qualificação, e como tal preparado para responder aos desafios que este projeto nos coloca.

O Centro encontra-se aberto deste o início do projeto Novas Oportunidades, em 2006, e a partir daí tem-se constituído, graças ao trabalho desenvolvido junto dos adultos, parceiros e comunidade em geral, como um centro de referência, a nível local, regional e nacional. Ao longo dos anos, tem-se adaptado, da melhor forma possível, às mudanças estruturais ao nível da educação de adultos (CNO, CQEP e CQ), adaptando-se sempre de uma forma muito identitária, aos vários modelos instituídos nesta área pelas entidades tutelares.

É um centro que prima, desde sempre, pela sua atuação inclusiva, junto de públicos diversificados e heterogéneos, que independentemente das suas condições laborais, sociais, económicas, escolares e/ou geográficas, os aproximou e possibilitou de ter acesso a oportunidades de aprendizagens ao longo da vida, com toda a garantia de qualidade e realização. O Centro está organizado no sentido de responder, respeitar e valorizar o perfil, as motivações e as expectativas dos jovens e adultos que nos procuram, bem como, garantir a satisfação das necessidades das entidades que nos granjeiam.

Podemos acrescentar ainda que a escola onde está sediado o CQ, mantém, ainda hoje, uma extensa oferta tanto nos cursos de ensino regular, como em cursos profissionais, cursos EFA, ensino recorrente por módulos, formações modulares e cursos de português para estrangeiros, sendo que esta multiplicidade de ofertas é naturalmente uma mais-valia, pois permite abranger um leque muito vasto da população que pode completar a sua formação no mesmo estabelecimento.

EQUIPA CENTRO QUALIFICA 2021/2022

COORDENADOR
José Alfredo Paulo Faustino

TÉCNICOS ORVC
Carla Sofia Melo Nascimento
Maria Zélia Fernandes Valoura

FORMADORES – RVCC Básico

António Manuel dos Santos 

Domingos Pires Valente Sevivas Pinho 

Eduardo Alexandre Viamonte Correia de Barros 

João Carlos de Carvalho Franco 

FORMADORES – RVCC Secundário

Gisela Fernandes dos Santos, Formador CLC (E)

João Carlos de Carvalho Franco, Formador STC (E)

José Amador da Cruz Escaleira, Formador CP (E)

Manuel Guerra Afonso, Formador CP (E)

Manuela Maria Sem Pavor Cunha Gomes, Formador CP (E)

Maria Manuela Simões da Silva, Formador CLC(E)

Paulo Alexandre da Silva Fernandes, Formador CP (E)

Sandra Augusta Sousa Lopes, Formador STC (E)

Sandra Cristina Borges Alves, Formador LE (E)

Sónia Patrícia Moreira da Cunha, Formador STC (E)

Virgínia Morais Pereira, Formador CLC LE(E)

HORÁRIO DE ATENDIMENTO DO CENTRO QUALIFICA
2020/2021

Todos os dias úteis
10:00 às 12h30
14:30 às 17:00
20:00 às 22:00

A comissão técnica do CQ AEFM é formada por uma equipa multidisciplinar cuja principal função compete avaliar o percurso efetuado em várias ações de formação e ou nas várias entidades em que o adulto tenha realizado a sua formação, verificando, designadamente, a conformidade do respetivo processo e emitir parecer para emissão do certificado final de qualificações e do diploma.

Para solicitar a atuação da Comissão Técnica, o candidato deverá submeter um requerimento, dirigido ao Presidente da CT, acompanhado por todos os comprovativos referentes à certificação visada de acordo as normativas constantes no Regulamento das Comissões Técnicas previsto no n.º 2 do artigo 35.º da Portaria n.º 135 -A/2013, de 28 de março e no Despacho n.º 15889/2009.

AATBAT – Associação de Agricultores das Terras do Barroso e Alto Tâmega | Academy Beauty School | ACISAT – Associação Empresarial do Alto Tâmega | ADEPEP – Associação para o Desenvolvimento e Promoção do Empreendedorismo em Portugal | ADIACT – Associação de Desenvolvimento Integrado de Agricultores do Alto Corgo e Tâmega | ADRAT – Associação de Desenvolvimento do Alto Tâmega | AEMIREP – Associação Empresarial de Migrantes e Refugiados de Portugal | Agito | Agrofuturo | Agrothink | AguiarFloresta  | AHP – Associação da Hotelaria de Portugal | Alquimia da Cor | Ambiformed | ANCABRA | ANE – Associação Nacional das Empresárias | APFTFB – Associação de Produtores de Fumeiro da Terra Fria Barrosã | APLAAT – Associação de Produtores de Leite e Agricultores do Alto Tâmega | APS – Associação Pensamento Sábio | APTERN – Associação Portuguesa de Turismo em Espaços Rurais e Naturais | Associação Comercial Águeda | Associação Geisertech | Associação Tempos Brilhantes | Avalforma | AVITRA – Associação de Viticultores Transmontanos | BestCenter |CDP – Confederação do Desporto de Portugal | Castelform  | CGAV – Centro Gestão Agrícola de Valpaços | CH Academy | Companhia Própria | Competir | Confagri | Congrega | Consultua | Copa do Nordeste |Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação Chaves| Die Affel |Educata| Estratégia Integrada | Euroconsult | FINC | FNAPF – Federação Nacional das Associações de Proprietários Florestais | Formella | FPCCS – Fundação Portuguesa “ A Comunidade Contra a Sida” | GaiaForm | GestiTomé | Global XXI | GlobalNet | Gomes & Canoso | GTI | IFH – Instituto de Formação para o Desenvolvimento Humano | IGForma | Índice Máximo| Instituto Creative | Instituto Francisco Sá Carneiro | IPME – Instituto PME Formação| Know How | Make Winners | Maravilhas sem Limite | Mediática | Multicompetências | Mutuação | Nervir | Novatecna | OesteConsult | Orientaris | Partner Hotel | Pioneiros | Planeta Informático | RRA – Rodrigues Ribeiro & Associados | SA Formação | Saber Saúde | Significado | STSSS – Sindicato dos Trabalhadores da Saúde, Segurança e Solidariedade Social| SITIC – Sindicato Independente dos Trabalhadores da Informação e Comunicações| Stafforma | Tafife | Talentus | Telheiro & Gonçalves | Turisforma | UGT – União Geral de Trabalhadores| Vimaranesform

Ofertas formativas Educação de Adultos

Oferta:
RVCC Escolar – nível Básico
RVCC Escolar – nível Secundário

 

Os processos de RVCC, desenvolvidos nos Centros Qualifica, consistem no reconhecimento de competências escolares e profissionais adquiridas pelos adultos, ao longo da vida, tendo em vista a respetiva certificação.
O RVCC Escolar visa a melhoria dos níveis de certificação escolar dos adultos que não possuam o nível básico ou secundário de escolaridade. Este processo permite reconhecer, validar e certificar os conhecimentos e as competências resultantes da experiência adquirida em contextos não formais e informais ao longo da sua vida. A certificação obtida através deste sistema é igual à atribuída nas outras vias e permite o prosseguimento de estudos.

 

Como se processam:
Estes processos integram etapas de reconhecimento e validação das competências detidas pelo adulto e uma etapa de certificação das mesmas, através de realização de uma prova, certificada por um júri. No desenvolvimento dos processos de RVCC os adultos devem frequentar uma componente de formação complementar de um mínimo de 50 horas, acrescida de um máximo de 25 horas para a preparação da etapa de certificação.
Os processos de RVCC escolar baseiam-se em referenciais de Competências-Chave de Educação e Formação de Adultos para o nível básico e secundário.

 

Certificação:
A conclusão de um processo de RVCC escolar pode conduzir a uma certificação total (equivalente ao 1.º 2.º ou 3.º ciclos do ensino básico ou do nível secundário de educação) ou a uma certificação parcial.
Caso o adulto obtenha uma certificação parcial no âmbito do desenvolvimento de um processo de RVCC, o Centro Qualifica procede ao seu encaminhamento para uma entidade de educação e formação.

 

A quem se destinam:
Os processos de RVCC destinam-se a adultos (caso tenham idades compreendidas entre os 18 e 23 anos inclusive, só poderão realizar um processo RVCC se tiverem no mínimo 3 anos de experiência profissional comprovada pela Segurança Social).
O acesso a este processo não exige habilitação escolar mínima.

 

Prosseguimento de estudos:
Todos os adultos, que concluam processos de RVCC de nível secundário, podem aceder ao ensino superior através da realização de provas especialmente adequadas, realizadas pelos estabelecimentos de ensino superior, enquadradas pelo regime de acesso por maiores de 23 anos (Decreto-Lei nº 64/2006, de 21 de Março), ou através da realização de exames nacionais do ensino secundário.
O sistema RVCC não obedece ao calendário escolar, pelo que os adultos podem iniciar o seu percurso de qualificação, em qualquer altura do ano, no horário que melhor se ajuste à sua situação pessoal/profissional.

 

Legislação:
Portaria n.º 232/2016, de 29 de agosto que procede à regulação da criação e do regime de organização e funcionamento dos Centros Qualifica.

 

Para mais informações sobre esta modalidade http://www.anqep.gov.pt/default.aspx

Oferta:
EFA Escolar – Nível básico (B3)
EFA Escolar – Nível secundário
EFA Dupla certificação – Nível secundário

 

Os cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA) são uma oferta de educação e formação para adultos que pretendam elevar as suas qualificações.
Um curso EFA Escolar permite completar o ensino básico (9º ano) ou secundário.
Um curso EFA de Dupla Certificação permite adquirir uma habilitação escolar e certificação profissional.

 

Condições de acesso:
Ter idade igual ou superior a 18 anos.
A título excecional, poderá ser aprovada a frequência num determinado Curso EFA a formandos com idade inferior a 18 anos, desde que estejam comprovadamente inseridos no mercado de trabalho.

 

Prosseguimento de estudos:
Os adultos que concluam o ensino básico ou secundário através de cursos EFA e que pretendam prosseguir estudos estão sujeitos aos respetivos requisitos de acesso das diferentes modalidades de formação.
A certificação escolar resultante de um Curso EFA de nível secundário permite o prosseguimento de estudos através de um Curso de Especialização Tecnológica ou de um curso de nível superior, mediante as deliberações definidas pela Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, ou nos termos do Decreto-Lei n.º 113/2014, de 16 de julho, que altera o Decreto-Lei nº 64/2006, de 21 de março, que define o acesso ao ensino superior por maiores de 23 anos.

 

Legislação:
Portaria n.º 230/2008, de 7 de março, com a redação dada pela Portaria n.º 283/2011, de 24 de outubro.

 

Para mais informações sobre esta modalidade http://www.anqep.gov.pt/default.aspx

Em que consistem:

O ensino recorrente apresenta-se como uma segunda oportunidade de educação para os que dela não usufruiram em idade própria ou que não a completaram e para aqueles que a procuram por razões de promoção cultural e profissional.

Constitui-se, assim, uma vertente da educação de adultos que, de uma forma organizada e segundo um plano de estudos, conduz à obtenção de um grau e à atribuição de um diploma ou certificado, equivalentes aos conferidos pelo ensino diurno.

O Ensino Secundário Recorrente concede uma certificação equivalente, para todos os efeitos legais, à que é obtida nos percursos do nível secundário de educação que funcionam em regime diurno, mas organiza-se de forma autónoma no que respeita às condições de acesso, currículos, programas, avaliação dos alunos, etc.

 

Certificação:

Estes cursos conferem um diploma de conclusão do ensino secundário e um certificado de qualificação profissional de nível 4, no caso dos cursos tecnológicos e dos cursos artísticos especializados nos domínios das artes visuais e dos audiovisuais.

 

A quem se destinam:

A adultos com idade igual ou superior a 18 anos detentores de 9º ano de escolaridade ou equivalente e que pretendam obter uma formação de nível secundário e, no caso dos cursos tecnológicos e dos cursos do ensino artístico especializado, uma qualificação profissional de nível 4.

 

Modalidades de frequência:
Os cursos organizam-se por disciplina, em regime modular, de acordo com um referencial de três anos e podem ser frequentados nas seguintes modalidades:

  • modalidade de frequência presencial, em que a avaliação é contínua.

Nesta modalidade, será integrado numa turma e é sujeito ao dever de assiduidade.

  • modalidade de frequência não presencial.
    Sujeito à realização de provas de avaliação em épocas próprias.
    Esta modalidade proporciona maior autonomia em termos de aprendizagem.

 

 

Prosseguimento de estudos:
A conclusão destes cursos permite o prosseguimento de estudos através de:

  • um curso de especialização tecnológica;
  • um curso superior do ensino politécnico ou universitário.

 

Legislação:

Portaria n.º 242/2012 de 10 de agosto Diário da República, 1.ª série — N.º 155 — 10 de agosto de 2012

Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho Diário da República, 1.ª série — N.º 129 — 5 de julho de 2012

 

Para mais informação: https://www.dge.mec.pt/cursos-do-ensino-recorrente-de-nivel-secundario-por-modulos-capitalizaveis

Oferta:
Informática
Marketing
Publicidade
Segurança, Higiene e Saúde no trabalho
Atendimento
Língua estrangeira (Inglês, francês e espanhol)
Turismo
Direito Laboral
Liderança e motivação de equipas
Fiscalidade
Animação
Educação ambiental
…entre outras

 

As Formações Modulares (FM), integradas no âmbito da formação contínua de ativos, destinam-se a adultos sem a conclusão do ensino básico ou secundário ou sem a qualificação profissional adequada que pretendam adquirir competências escolares e ou profissionais com vista a uma (re)inserção ou progressão no mercado de trabalho.
As ações de formação modular são capitalizáveis e permitem também a obtenção de uma ou mais qualificações constantes do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ) – www.catalogo.anq.gov.pt.
Esta modalidade de formação é indicada para adultos que procuram percursos formativos com uma carga horária mais flexível (entre 25 a 600 horas), isto é, formação ajustada às suas possibilidades e necessidades. Podem também ser utilizadas para completar processos de RVCC ou percursos EFA.

 

Formação:
As ações de formação modular são compostas por Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD).
Uma UFCD é um conjunto estruturado de conteúdos e pode ter a duração de 25h ou de 50h.
A organização curricular das FM realiza-se, para cada UFCD, em termos de conteúdos e carga horária, de acordo com os referenciais de formação constantes do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ), podendo corresponder a unidades da componente de formação de base/escolar, da componente de formação tecnológica, ou a ambas.

 

Certificação:
Sempre que um adulto conclua com aproveitamento uma formação modular é-lhe emitido um certificado de qualificações que discrimina todas as unidades de competência ou de formação de curta duração concluídas com aproveitamento.
Sempre que a conclusão com aproveitamento de uma ou mais UFCD e da Formação Prática em Contexto de Trabalho (FPCT), quando exigida, assegurar a obtenção de uma qualificação prevista no CNQ, deverá o adulto solicitar a validação final do seu percurso de formação perante uma comissão técnica, num Centro Qualifica.

 

Duração:
A duração de um percurso de FM pode variar entre as 25 e as 600 horas.
Sempre que a duração de uma formação modular seja superior a 300 horas, um terço das mesmas deve corresponder a unidades da componente de formação de base dos referenciais do Catálogo Nacional de Qualificações.

 

Condições de acesso:
Ter idade igual ou superior a 18 anos.
Podem ser integrados em FM, formandos com menos de 18 anos, desde que comprovadamente inseridos no mercado de trabalho ou em centros educativos tutelados pelo Ministério da Justiça.
– A frequência de UFCD inseridas em percursos de nível básico dirige-se, prioritariamente, a adultos com níveis de habilitação escolar inferiores ao 3.º ciclo do ensino básico (9.º ano).
– O acesso a UFCD inseridas em percursos de nível secundário, exige uma habilitação escolar de, pelo menos, o 3.º ciclo do ensino básico (9.º ano).

 

Prosseguimento de estudos:
Os adultos que concluírem uma formação modular que permita obter uma qualificação do Catálogo Nacional de Qualificações e que pretendam prosseguir estudos estão sujeitos aos respetivos requisitos de acesso das diferentes modalidades de formação.

 

Legislação:
Portaria n.º 230/2008, de 7 de março, com a redação dada pela Portaria n.º 283/2011, de 24 de outubro.

 

Para mais informações sobre esta modalidade http://www.anqep.gov.pt/default.aspx

Oferta:
PLA A1 e A2 (iniciação)
PLA B1 e B2 (continuação)

 

Os cursos de Português Língua de Acolhimento (PLA) têm como objetivo dar resposta ao requisito de conhecimento da língua portuguesa previsto nos regimes jurídicos para aquisição de nacionalidade portuguesa, concessão de autorização de residência permanente e estatuto de residência de longa duração, bem como à promoção do domínio da Língua Portuguesa, no âmbito da leitura, escrita e oralidade. Existem dois níveis de PLA, os níveis A1, A2 (nível inicial) e B1, B2 (continuação).
Para adquirir a nacionalidade portuguesa, o adulto deverá demonstrar competências de conhecimento da língua portuguesa de nível A2, através da realização de uma prova de Língua Portuguesa para aquisição de nacionalidade, prevista na alínea b) do n.º 2 do artigo 25.º do Regulamento da Nacionalidade Portuguesa, aprovado pelo Decreto -Lei n.º 237 -A/2006, de 14 de dezembro, na redação que lhe foi dada pelo Decreto -Lei n.º 43/2013, de 1 de abril.

 

Condições de acesso:
Cidadãos de nacionalidade estrangeira que comprovem não possuírem nacionalidade portuguesa e que reúnam, cumulativamente, os seguintes requisitos:
– Possuir um título válido de residência com permanência em Portugal ou comprovativo de que foi iniciado o procedimento para a sua obtenção, renovação ou prorrogação;
– Ter idade igual ou superior a 18 anos;
– Serem possuidores do requisito de escolarização e ou alfabetização no âmbito do seu país de origem.

 

Certificação:
A certificação dos cursos é efetuada pelos estabelecimentos de ensino ou pelo IEFP quando se trate de cursos promovidos nos centros de formação deste Instituto.

 

Legislação:
Portaria n.º 216-B/2012. D.R. n.º 138, que altera a Portaria n.º 1262/2009, de 15 de outubro. 

 

Para mais informações sobre esta modalidade http://www.anqep.gov.pt/default.aspx

Oferta:
D.L nº 357/2007

 

As vias de conclusão do nível secundário de educação são respostas criadas para quem frequentou, sem concluir, percursos formativos de nível secundário de educação, desenvolvidos ao abrigo de planos de estudo já extintos ou em processo de extinção.

 

Condições de acesso:
– As vias de conclusão do nível secundário de educação destinam-se a candidatos com idade igual ou superior a 18 anos, que tenham frequentado sem concluir planos de estudo já extintos (até seis disciplinas/ano).
– Entende-se por disciplina/ano cada um dos anos de escolaridade do ciclo de estudos dessa disciplina, ou seja:
* Uma disciplina com um ciclo de estudos de um ano corresponde a uma disciplina/ano;
* Uma disciplina com um ciclo de estudos de dois anos corresponde a duas disciplinas/ano;
* Uma disciplina com um ciclo de estudos de três anos corresponde a três disciplinas/ano.
* É considerada disciplina/ano por concluir aquela em que o candidato obteve classificação inferior a 10 valores ou aquela em que o candidato teve ausência de classificação na avaliação interna realizada no final de cada ano.

 

Caracterização:
As vias de conclusão do nível secundário de educação concretizam-se através de:

– Via escolar
A conclusão e certificação por esta via ocorre pelo recurso às atuais disciplinas dos cursos científico-humanísticos e cursos profissionais, as quais são concluídas através de exames a realizar nos meses de novembro, fevereiro e maio, assumindo as seguintes formas:
* conclusão de cursos prioritariamente orientados para o prosseguimento de estudos (o candidato pode optar, caso exista oferta, por substituir a realização de exame a nível de escola pela realização de exame nacional do ensino secundário);
* conclusão de cursos profissionalmente qualificantes;
* conclusão generalista do nível secundário de educação (o candidato pode optar, caso exista oferta, por substituir a realização de exame a nível de escola pela realização de exame nacional do ensino secundário).

– Realização de módulos de formação correspondentes a Referenciais de Formação inscritos no Catálogo Nacional de Qualificações
A conclusão e certificação por esta via concretiza-se através da realização, com aproveitamento, de unidades de competência (UC) da formação de base e/ou de unidades de formação de curta duração (UFCD) da formação tecnológica, dos referenciais de formação integrados no Catálogo Nacional de Qualificações, independentemente da natureza do curso de origem.

 

Legislação:
Portaria n.º 232/2016, de 29 de agosto que procede à regulação da criação e do regime de organização e funcionamento dos Centros Qualifica.

 

Para mais informações sobre esta modalidade http://www.anqep.gov.pt/default.aspx

Qualifica: Publicações

No passado dia 15 de junho, último dia de aulas para os 2º e 3º ciclos, decorreram as últimas atividades do calendário escolar do Clube do Desporto Escolar. Durante a manhã realizou-se a caminhada saudável, num percurso de 6 km pelas aldeias/freguesias de Vilaverde de Oura, Oura e Vidago, destinada a todos os alunos dos 2º e 3º ciclos, professores acompanhantes e assistentes operacionais de apoio à atividade. A atividade, organizada pelo grupo de educação física, permitiu percorrer trajetos em piso variado (asfalto, terra batida, calçada), integrados nas paisagens adjacentes à zona da Ribeira de Oura, pinhal e ambiente rural das várias aldeias, iniciando e culminando na E.B.2,3 de Vidago. Foi oferecido aos participantes no início e final da caminhada, água e uma peça de fruta. Participaram na atividade cerca de 80 pessoas (alunos, professores, assistentes operacionais da comunidade escolar). O nível de dificuldade foi de grau fácil. A atividade decorreu conforme o programado, sem nenhum incidente de maior. No final desta atividade, realizou-se a entrega dos prémios de mérito desportivo paralelamente à entrega dos prémios de mérito escolar da Escola de Vidago, que visou destacar os alunos e equipas que se destacaram ao longo do ano letivo no Projeto do Clube do Desporto Escolar, tendo sido entregues as medalhas do corta-mato da fase escolar decorrido em Novembro passado e as medalhas e troféus de campeões distritais e vice-campeões regionais à equipa de futsal iniciados masculinos.

De referir que algumas medalhas e troféus respeitantes às prestações individuais e coletivas dos grupos/equipas de Golfe e de Futsal já foram entregues em cerimónias protocolares anteriores das CLDE´s de Vila Real e Douro e do Tâmega durante as respetivas finais das modalidades.

O Coordenador Técnico Adjunto da E.B. Vidago regozija-se pelo envolvimento de todos os alunos que participaram no Projeto do Desporto Escolar do Agrupamento, endereça as felicitações a todos quanto conseguiram feitos inolvidáveis nas suas prestações e deseja a toda a comunidade do desporto escolar umas boas férias e que regressem no próximo ano letivo com energias renovadas para mais um ano de Projeto do Desporto Escolar.

ver mais imagens …

O professor Pedro Cavadinhas, do Agrupamento de Escolas Fernão de Magalhães, selecionou e acompanhou os alunos do 11º ano de escolaridade, Francisco Costa, Beatriz Arribada e Luís Gonçalves, às semifinais das Olimpíadas de Física, tendo estas decorrido nas instalações da UTAD em Vila Real, no dia 23 de abril. Os alunos Luís Gonçalves e Beatriz Arribada foram apurados para a final nacional, tendo obtido as medalhas de prata e bronze respetivamente.

No dia 28 de maio decorreu, no Departamento de Física da Universidade de Coimbra, a final nacional das Olimpíadas de Física, tendo o aluno Luís Gonçalves sido selecionado para uma preparação, a decorrer no ano letivo de 2022/2023, com vista a uma possível participação nas Olimpíadas Internacionais (Japão) e Ibero-americanas (Argentina).

As Olimpíadas de Física têm por objetivo incentivar e desenvolver o gosto pela Física nos alunos dos Ensinos Básico e Secundário, considerando a sua importância na educação básica dos jovens e o seu crescente impacto em todos os ramos da Ciência e Tecnologia. São uma atividade promovida pela Sociedade Portuguesa de Física com o patrocínio do Ministério da Educação, da Agência Ciência Viva, da Fundação Calouste Gulbenkian e da Universidade de Coimbra.

Os alunos do 6º ano e seus encarregados de educação/pais, com a colaboração dos professores de Educação Tecnológica e Educação Visual, aceitaram o desafio das professoras de Educação Musical e construíram os mais diversos INSTRUMENTOS MUSICAIS TRADICIONAIS DO MUNDO. Os trabalhos foram expostos na Escola de Vidago e na Escola Fernão de Magalhães, de 13 a 15 de junho.

Obrigada a todos pela participação e pelos belos trabalhos realizados!

Os alunos do 9.º B do Agrupamento Fernão de Magalhães surpreenderam o público com as suas performances no palco, num espectáculo que decorreu no Cineteatro Bento Martins, no serão do dia 6 de junho, no âmbito do projecto de iniciação à arte dramática dinamizado pela professora da disciplina de Teatro em parceria com o TEF – Teatro Experimental Flaviense.

A turma levou a cena quatro peças da sua autoria, correspondendo ao desafio de criarem guiões originais para posterior representação em palco e a entrega dos alunos foi reconhecida pelo público, que os aplaudiu entusiasticamente.

O espectáculo, sob o título genérico “O Palco é nosso!”, incluiu as peças “A Família”, “O Assalto”, “Problemas Familiares” e “A Herança”, e cada aluno integrou o elenco de uma destas peças, diversas na temática mas atuais e críticas, com momentos cómicos e trágicos, felizes e infelizes como a realidade que as inspirou.

Foi um orgulho testemunhar, mais uma vez, a entrega e o sentido de compromisso dos nossos alunos num projeto cultural, educativo e formativo que nos marcou a todos.

Manuela Tender

ver mais imagens …

+7 Certificações

RVCC de nível Secundário

Sete é um número ímpar, tal como ímpares foram as sete apresentações decorrentes dos processos de certificação, que tiveram lugar nos passados dias 26 de maio e 2 de junho. Aqui estiveram presentes sete adultos integrantes de três itinerâncias: Anabela Moura, Sandra Freixeda e Tiago Machado, integrantes da itinerância de Quintela; João da Eira, Mónica Alves e Sílvia Mateus, da itinerância de Valpaços e Paulo Bragança Rodrigues, da itinerância de Boticas.

Apesar da distância geográfica, estes adultos estiveram unidos com o mesmo objetivo – a obtenção do nível secundário de qualificação, auge dos seus processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC), de âmbito escolar.

Foram 3 sessões que primaram pela riqueza das apresentações pessoais de cada um destes formandos, que nos brindaram com as suas Histórias de Vida e com as competências e saberes adquiridos através delas. Estes momentos servem ainda para certificar as validações obtidas por estes adultos, ao longo dos seus processos de RVCC, face às evidências exigíveis pelo Referencial de Competências Chave, elemento estruturante destes processos, as quais ficam registadas não só nestas Sessões de Júri como nos Portefólios Reflexivos de Aprendizagens apresentados pelos referidos formandos.

O Coordenador do CQ AEFM, Dr. José Alfredo Faustino, acompanhado pelos professores/formadores, António Santos, João Franco, José Amador Escaleira, Manuela Gomes, Paulo Fernandes, Sandra Lopes, Sónia Cunha e pela Técnica de ORVCC, Carla Nascimento, foram os membros integrantes destas sessões de Júri de Certificação, os quais se juntaram à restante equipa interna de formadores, das diversas áreas de competência chave, Carla Ferraz, Elisabete Oliveira, Gisela Santos, João Franco, José Amador Escaleira, Manuela Gomes, Manuela Simões, Manuela Tender, Nuno Costa, Paulo Fernandes, Sandra Lopes, Sónia Cunha e Virgínia Pereira, que acompanharam e integraram, nas localidades supra mencionada, os referidas adultos, durante todo o seu percurso de reconhecimento e validação de competências.

Neste sentido, fica assim registado o nosso agradecimento a todos os envolvidos nestes processos (incluindo os parceiros do nosso CQ nestas três localidades) aos quais se juntaram, tão entusiasticamente, os familiares e amigos destes adultos, que com enorme orgulho testemunharam este momento final de certificação, sendo que também eles são, muitas das vezes, os pilares, o apoio e as testemunhas mais fiéis do trabalho exímio e árduo que estes processos exigem.

Para finalizar, gostaríamos de destacar e valorizar o excelente trabalho desenvolvido por estes adultos, que com resiliência, enorme dedicação e empenho, desenvolveram, com sucesso, mesmo durante o período de pandemia, o seu percurso de RVCC, tornando-se, desde logo, bons exemplos a seguir por outros adultos que, tal como eles, pretendam completar os seus percursos escolares e que, pelos mais diversos motivos, deixaram, em seu tempo, incompletos.

Carla Nascimento

TORVC CQ AEFM

Contatos

Projetos