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Alunos

Novembro arranca com a comemoração do Dia de Todos os Santos, mas conta com outros Santos na sua caminhada, destacando-se, entre outros e para o nosso desafio, Santo Huberto (ou Humberto) de Liège, padroeiro dos Matemáticos, o nosso conhecido São Martinho e Santa Felicidade, memorados, respetivamente, nos dias três, onze e vinte e três deste mês.

Para novembro trazemos então uma adaptação do desafio dos três santos.

Aí vai!

No dia um de novembro de um ano por inventar, Hermelindo Ateu, homem cético da Matematelândia, decidiu desafiar três santos da sua cidade. Entrou na igreja da Matemagia e dirigiu-se a Santo Huberto dizendo-lhe:

– Matemático Santo Huberto, se duplicares o dinheiro que trago no meu bolso, dar-te-ei 20 euros!

E para deslumbramento de Hermelindo, seu pedido foi concedido e ele teve de dar os 20 euros a Santo Huberto.

Desafiado com o sucedido, dirigiu-se então a São Martinho e disse-lhe:

– Poderoso São Martinho, se dobrares a quantia que tenho no bolso, dar-te-ei 20 euros!

E, uma vez mais, Hermelindo viu seu pedido atendido e teve de dar o prometido ao Santo!

Movido pelos acontecimentos, dirigiu-se a Santa Felicidade e disse-lhe:

– Feliz Santa Felicidade, se duplicares o dinheiro que tenho aqui no bolso, dar-te-ei 20 euros!

E para seu espanto, viu o dinheiro do bolso dobrado e teve de dar os 20 euros prometidos à Santa Felicidade. Mas, para sua surpresa e infelicidade, viu-se sem nada no bolso!

Pergunta: Com quanto dinheiro entrou Hermelindo na igreja da Matemagia?

Bom novembro para todos, com muita Matemágica!

Solução assada na castanha de São Martinho!

FOMOS AO TEATRO! 

No passado dia 20 de outubro, os alunos da turma A do 9.º ano do Agrupamento de Escolas Fernão de Magalhães foram ao Cineteatro Bento Martins ver a peça “Oh! Aldegundes, não andes assim toda nua!”, uma versão livre da peça de Georges Feydeau “Mais N’Te Promène Donc Pas Toute Nue!” levada a cena pelo TEF – Teatro Experimental Flaviense, com adaptação de texto, encenação, figurinos e cenários de Ruy de Matos e um elenco de atores que conquistou o público pela brilhante e divertida atuação: Beta Rodrigues no papel de Aldegundes Lavadinho, esposa do Deputado Serapião Lavadinho, interpretado por Gastão Bianchi, casal que protagonizou cenas desconcertantes e hilariantes e ao qual se juntaram o caricato Presidente de Câmara Aristo Avelino, interpretado por Nuno Neves, o jornalista sensacionalista Segismundo Leonildo, interpretado por Rufino Martins, e a criada Oksana, interpretada por Marília Ruivo, bem como um vizinho curioso que está sempre à janela, figura referida que nunca surge fisicamente no palco. O som esteve a cargo de Pedro Freitas que, juntamente com Nuno Neves, fez o trabalho de luminotecnia, e António Crispim foi o assistente de encenação e construção cenográfica. 

Esta 96.ª produção de teatro do TEF retrata de forma satírica e cómica a vida de um político e da sua mulher que anda sempre “com os calores” e que, juntamente com o restante elenco de atores, delicia o público com jogos de palavras, equívocos, gestos e situações cómicas, ambiguidades, duplicidade de sentidos e provocações várias que suscitam continuamente o riso, mesmo quando refletem sobre assuntos aparentemente sérios e projetos do foro público ou privado. Marcadamente humorística, a peça divertiu toda a plateia que aderiu com entusiasmo à comicidade reinante. 

A iniciativa enquadrou-se no âmbito do projeto “CULTUR’ARTE FERNÃO DE MAGALHÃES”, constante no Plano Anual de Atividades do Agrupamento, visando promover o contacto dos alunos com espaços, manifestações culturais e expressões artísticas, dentro e fora da Escola, interagindo com instituições da comunidade e criando hábitos culturais, projeto dinamizado pela professora de Teatro da Turma, Manuela Tender, que desafiou a Turma a ir ao Teatro na qualidade de espectadores antes de pisarmos o palco como atores, para termos a perspetiva do público e do impacto dos códigos teatrais na construção da mensagem da peça, mas também para podermos fruir a arte e a cultura na nossa própria cidade. Esta ida ao Teatro foi para lá do horário letivo, às 21h30, e contou também com a participação e colaboração da Diretora de Turma, professora Iola Gonçalves, e de alguns Pais que fizeram questão de acompanhar os filhos e de assistir à peça. O sentimento geral, no final, era de satisfação e agrado e de reconhecimento da importância deste tipo de iniciativas que alargam horizontes, criam hábitos culturais e educam para uma cidadania plena e para a fruição artística. 

Alunos do 9.º A e Professora Manuela Tender 

Como já vem sendo habitual, os alunos e professoras do 1º ciclo da EB de Vidago, celebraram do Dia Mundial da Alimentação com a audição de um conto infantil “Batatinha, Batatucha, a mais gorducha”, da autoria da professora Ana Paula Morais, o qual relata um distúrbio de auto-imagem sério que afeta a saúde a “Anorexia”. Em estreita colaboração com a Biblioteca escolar, este evento contou com o apoio do professor bibliotecário Francisco Carreiro e de três alunas do 9º ano, Ema Sousa, Joana Ferreira e Maria Ferreira, que foram as responsáveis da ilustração do conto.

 Um trabalho colaborativo que permitiu às crianças deste ciclo de ensino entender a importância de manter uma alimentação saudável e equilibrada para se poder viver feliz. 

Em conjunto os alunos e as professoras viram também algumas imagens de alimentos trabalhados, recreando formas, animais e pessoas, elaboradas pelo ilustre vidaguense Jacinto Ferreira.

Para culminar esta celebração, em grande grupo, os alunos deliciaram-se no refeitório da escola com uma suculenta salada de fruta, elaborada com muito carinho pelas docentes.

O Dia Mundial do Animal foi celebrado pelos alunos do Pré-Escolar e do 1º Ciclo da EB de Vidago com a audição de uma história “O gato Pirete” da autoria da professora Ana Paula Morais, que este ano leciona nesta escola.

Este é um conto infantil, repleto de valores, cuja finalidade é ensinar às crianças como é difícil a vida dos animais que vagueiam pela rua e que a felicidade está sempre ao lado daqueles que nos rodeiam.

Com muita satisfação, alunos e professoras participaram nesta experiência literária, a qual ajudou a enriquecer um pouco mais o universo didático dos nossos alunos

A autora, explicou depois, que parte da venda dos exemplares deste livro reverteu para ajudar a “Anipur”, uma associação de animais abandonados nas terras de Aguiar.

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